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Preview do Dungeon World: O Guerreiro!

Preview do Dungeon World: O Guerreiro!

“Se lutar for um pecado, então deixe que minha alma seja condenada!!”
– Takumi Inui, Φ’s (Kamen Raider 555)


Com o andamento dos trabalhos de tradução e produção do Dungeon World em português, resolvemos compartilhar um preview, ainda que não no formato definitivo, de uma das classes icônicas do cenário, e por que não dizer do gênero de fantasia medieval: O Guerreiro.

Em Dungeon World, não existem dois ou três Guerreiros. Cada classe é única, e existe apenas um representante dela no grupo. Claro que existem outras pessoas no mundo que vivem pela espada: soldados, mercenários e toda sorte de lutadores que combatem por ideais ou dinheiro, mas apenas um deles é O Guerreiro – e claro, este é seu personagem.

O Guerreiro não espera gratidão, ele faz o que é necessário para sua sobrevivência e, consequentemente, para a do grupo, tornando-se a “muralha contra a qual todo o perigo vai se chocar até ser reduzido a NADA”. Uma declaração corajosa, bancada por movimentos que aumentam o dano causado e reduzem o dano recebido, além de uma arma favorita que manipula com maestria ímpar, crescendo em poder junto com seu portador – uma extensão de seu próprio corpo.

Lembre-se: não importa o que aconteça, no final de uma batalha, O Guerreiro sempre será o último combatente em pé.

Em breve teremos mais notícias sobre o lançamento de Dungeon World em português, especialmente sobre a data e formato. Até lá aproveitem O Guerreiro e disparem suas perguntas!

 

44 comentários

  • Hurricane disse:

    ”muralha contra a qual todo o perigo vai se chocar até ser reduzido a NADA”

    Exatamente como eu imagino um guerreiro.

    • Tiago Marinho disse:

      Todas as descrições de classes são inspiradoras assim, eu também curto muito a do Clérigo, que saiu no post anterior, a do ladrão, a do paladino… Ah, eu adoro todas!!

  • Julio Matos disse:

    Muito legal. Esse estilo “Widescream” já clássico em PDFs, estão pensando em transpor para o Impresso?

    No mais parabéns pelo trabalho!

  • Griffith disse:

    Cara sério que vocês vão traduzir Hack’n Slash como Botar pra Quebrar? Por favor arrumem outra versão (nem que seja deixar em inglês, escrevam ataque, mas não Botar pra Quebrar), sei que tradução (versionar algo, não existem traduções) é algo difícil e elaborado, mais Botar pra Quebrar, detona o clima de Hack’n Slash da parada, fica parecendo anuncio da Tela Quente de filme Hollywoodiano de ação! põe algo como bater e ferir, golpear e ferir, golpear e cortar, golpear e ferir, golpear e matar, bater e matar, ou semelhante! Mas botar pra quebrar pelamordedeus não!

    • Thiago M disse:

      Realmente, acho que primordialmente Hack and Slash não deve ser traduzido em hipótese alguma!
      Acredito que para traduzir ou versionar alguma coisa, temos primeiro que analisar o contexto original e tentar aproximar o termo que será traduzido para o contexto cultural do outro idioma. Em tempos onde existem centenas de MMORPG’s e a língua inglesa é tão difundida, ainda mais se considerarmos a influência da cultura pop, definitivamente Hack’n Slash é um termo que já caiu no uso de muitos.

    • Tiago Marinho disse:

      Fala que você não é fã de Sessão da Tarde/Tela Quente/Super Cine/Domingo Maior? Uma turminha do barulho vai botar pra quebrar! ;D

      Depois dá uma lida na resposta que dei no post logo abaixo para se sentir mais alividado. :)

  • João Mariano disse:

    Sim, realmente “Botar para Quebrar” é idiomático mas parecer criar um sentido um pouco diferente do original. Nós por aqui temos o “Mata e Esfola”. 😛

    E admito não sou grande fã de “Movimentos” como tradução “Moves. Acho que preferia “Jogada”. :)

    • Thiago M disse:

      “Jogadas” e “Moves” não são compatíveis neste caso pois contradiz a principal mecânica do sistema – Ações mecânicas não desencadeiam ações fictícias, e sim o contrário.
      O termo “jogadas” neste caso, parece que aquilo é uma opção mecânica do jogador, quando na realidade é mais para uma ação do personagem. Portanto, eu acredito que “Moves” seria melhor traduzido como “Ação/Ações” do que “Jogadas”.

      • João Mariano disse:

        Mas movimentos parece sugerir deslocações espaciais o que não se adequada a todos os “moves”.

        Eu vou reler o DW mas parece-me que os “moves” pertencem tanto à esfera do jogador como da personagem. Além de “jogada” também uma ação oportunista de qualquer pessoal no uso coloquial da língua.

        Ah, e não existem “moves” do mestre de jogo?

    • Thiago M disse:

      Parei pra pensar e reparei que “Movimentos” até pode ser uma opção melhor para a tradução. Não ficou tão esquisito como pensei…

    • Thiago M disse:

      Nossa! Quando li “Botar para Quebrar” quase tive um enfarto. Retiro o que eu disse antes, neste caso simplesmente “Atacar/Golpear” soa como uma ótima tradução para Hack’n Slash.

    • Thiago M disse:

      Nossa! Quando li “Botar para Quebrar” quase tive um infarto. Retiro o que eu disse antes, neste caso simplesmente “Atacar/Golpear” soa como uma ótima tradução para Hack’n Slash.

    • Tiago Marinho disse:

      Aloha galerinha! Xará meu na área!

      Eu sempre gostei da expressão Botar pra Quebrar, como assíduo frequentador da “Sessão da Tarde” em minha longínqua adolescência, e fico triste pela turma não ter curtido a adaptação divertida! Vou pensar em algum termo mais legal (provavelmente Matar, Pilhar e Destruir – consagrado pela revista Dragão Brasil como o “aportuguesamento” de hack’n’slash, pelo menos enquanto termo que descreve o gênero,, mas saibam que na minha mesa de jogo, todos vão Botar pra Quebrar!!!! :))

      Estou curtindo demais as sugestões, mas só pra justificar a “falta de simplicidade”, não acho legal traduzir um jogo com expressões “espertinhas” como é o DW, com um texto razoavelmente irreverente e cheio de gírias (sprout knowledge é super divertido) com expressões sem graça como “atacar” – apesar de ainda não ter achado palavra melhor pra volley do que “disparar”, uma vez que uma “saraivada de flechas” é legal, mas precisamos de verbos para que a maioria dos movimentos façam sentido, e “saraivar” tem sentido de chover granizo… Quem me ajudar com essa ganha um abraço meu em pensamento!! 😀

      Enfim, continuem mandando sugestões, mas queria saber também o que a turma achou das regras e da forma como é trabalhada uma classe no jogo! E aí?

      • felipe disse:

        matar, pilhar, destruir seria uma boa. embora eu tambem não vejo problema nenhum em botar pra quebrar. simplesmente “atacar” ia ficar tão sem graça :(

  • Pouco antes de saber que o Dungeon World seria traduzido, eu pedi autorização ao Sage LaTorre para traduzir a ficha e a ficha de movimentos (eu traduzi assim mesmo) e no caso traduzi Hack’n Slash como Atacar e Volley como atirar – simples e rápido.

  • Griffith disse:

    Franciolli eu queria ver essa ficha traduzida tem link? O jogo é muito bom, a editora escolheu bem tem feito ótimo trabalho pelo preview! Mas sinceramente Hack’n Slash, podia ser atacar, golpear ou similar! E volley podia ser sim aturar ou disparar!
    Espero que o pessoal da Secular considere nossa opinião como fã e consumidores!

  • Concordo com as sugestões de tradução do João Mariano. No contexto do jogo, a palavra “move” vem da expressão “make your move” que é perfeitamente “faz a tua jogada”, marcando assim os momentos em que as regras são despoletadas pela ficção. Para “hack’n slash” também sugiro “matar e pilhar”.

    • João Mariano disse:

      Pois, porque estava exatamente a pensar na expressão “make your move” é que sugeri “jogada” em vez de “movimento. Será que “cortar e mutilar” para “hack & slash” será demasiado violento? 😀

      • Thiago M disse:

        Realmente, faz mais sentido utilizar “jogadas” do que “movimentos”. O segundo termo pode denotar deslocamento como você disse.
        Agora, pelo amor do bom Deus não traduzam Hack’n Slash ao pé da letra com termos que mais parecem sessão da tarde, “Matar e pilhar” ou “Cortar e mutilar”, você se imagina jogando e dizendo o nome da Jogada dessa forma? Simplesmente atacar ou golpear tá ótimo, tenhamos bom senso a respeito disso.

      • Tiago Marinho disse:

        Grande João! Reza a lenda que essa expressão (move) em jogos tem origens militares, sendo adotado em jogos como Damas, Xadrez, Go e similares e quer dizer efetivamente o movimento das peças – que usualmente representam soldados em uma batalha, “atacando” os “soldados” adversários.

        Ela quer dizer realmente faça seu movimento, referindo-se às complexas manobras militares de exércitos de outrora, com sua infantaria à pé e parcas cavalarias.

        No caso da origem do termo – Apocalypse World – acredito vir da expressão “make a move”, que possui conotação sexual, de uma pessoa “chegar junto” da outra, em busca de afetos físicos, uma brincadeira genial do autor levando em conta a sexualidade presente em AW.

        Considero que o termo “jogada” se refere apenas à segunda parte do Move, e me pareceu uma tradução inadequada, considerando que a idéia de Dungeon World é que uma parte de regras deva ser sempre vinculada a uma parte ficcional, a uma descrição, e por ela desencadeada.

        Movimento, além de distanciá-lo de meras regras, consegue traduzir a idéia de uma ação realizada em conjunto com outras pessoas (como em movimento cultural), também uma idéia forte do sistema baseada na reação em cadeia deflagrada pelos primeiros movimentos da sessão de jogo que vai engatilhando outros movimentos por parte de outros participantes, compondo um animado diálogo que vai gerando um vai e vem de informação, e ao mesmo tempo, a idéia do personagem estar se mexendo para fazer algo, nunca parado, nunca chato.

        Pensei bastante nessas razões e elas me fizeram acreditar que “jogada” e “ação” são inadequados para descrever os moves, além de serem termos antigos e incompatíveis com as idéias vanguardistas do Dungeon World. :)

        • João Mariano disse:

          Bem, eu compreendo os fundamentos por detrás da opção “movimento” (razões históricas associadas ao Xadrez e a ideia da aproximação a outra pessoal e tal e tal) e sei que na tradução nunca existem escolhas totalmente consensuais. Por isso estou a discutir estas escolhas porque o acto de traduzir me interessa particularmente e não porque a minha discordância irá afetar diretamente a minha opção em comprar o produto.

          Contudo gostava só de indicar que para os “moves” do xadrez acho que a tradução comum é “jogadas” e que pelo li do texto do DW a ficção é o “gatilho” do uso dos “moves” mas não é o “move” em si. Além do mais “movimento” não traduz bem essa ideia de aproximação e afectação da esfera pessoal que envolve a personagem. Talvez “avanço” fosse melhor nesse sentido mas bem que aí perdia-se a ligação à ideia de “jogada” referida anteriormente.

          Ah, e os “movimentos do MJ” parecem-me demasiados suspeitos, eh eh.

          • Tiago Marinho disse:

            Grande João!

            Frequentamos com certeza turmas de xadrez bem diferentes, porque nos clubes que frequentei, não comentávamos “jogadas” do Xadrez, mas sim “movimentos”. Talvez seja alguma diferença quando a gente estragou o idioma aqui no Brasil, ou um regionalismo específico ao qual eu fui exposto. Até verificando dois dos meus livros, percebi que eles se referem mais aos “movimentos” dos outros jogadores, e raramente “jogadas” (que me pareceram ser usadas para indicar uma composição de vários movimentos até a vitória).

            Já escutei sugestões de que “moves” fossem traduzidos como: manobras, ações (ambos bastante óbvios), progressão (porque dá a idéia de que a ação fictícia faz uma virada para a regra, que cria uma nova ação fictícia, “progredindo” a partida), jogada, lance (que eu ando gostando ainda mais do que movimentos, porque denota a gíria do “meu lance”, indicando uma coisa minha, e ao mesmo tempo tanto a aposta quanto a rolagem – ou “lançamento” – dos dados) e tarefas.

            Apesar do “lance”, ainda acho que “movimentos” me oferece uma tradução que parece mais interessante. “Ação” é pobre especificamente porque existem movimentos que não são ações, e terei que justificar isso algum dia em algum comentário aqui na página! 😀

  • Bob Nerd disse:

    Me empolguei muito com esse lançamento depois de ler a resenha do Franciolli. Que bom ver que o negócio está andando relativamente rápido. Espero que a campanha de financiamento coletivo tenha sucesso, para poder logo comprar mais esse título. Gostei do preview.
    E não sabia que o sistema limitava a apenas uma classe de cada por grupo.

  • Secular disse:

    Olá pessoal! A discussão acerca dos termos está ótima, e estamos anotando todas as sugestões. Como comentamos no twitter, essa é uma primeira rodada de tradução, e depois entraremos com a revisão, então muita coisa pode mudar ainda ok?

    Sobre as duas principais discussões, dos moves e do hack’n’slash: em relação aos moves ainda estamos indecisos, achamos que movimentos traduzem bem a ideia, assim como jogada, embora em outro nível de interação. Semana que vem faremos um playtest aqui em BH usando os termos traduzidos e estou curioso para ver como os jogadores vão interpretar “movimentos” e depois opinar sobre a opção de “jogadas”.

    Em relação ao hack’n’slash, deixar o original em inglês definitivamente não é uma opção. Não achamos que seja uma expressão tão popular assim, e sinceramente mesmo que fosse, não faz muito sentido mantê-la em uma versão traduzida. Embora a gente entenda e escolha do Franciolli e a preferência do Thiago, o nome desse movimento (ou jogada :) nunca foi só “atacar”, assim como no Apocalypse World não temos um move Attack, mas sim Go Aggro. Citando o próprio DW:

    “Hack and Slash” isn’’t something a character does, —it’s a
    rule that happens when the character ful fills its trigger.”

    Não estamos falando da ação (atacar) e sim da regra. Então achamos que uma tradução fiel ao espírito do jogo vai buscar não simplificar esta ideia, mas adapta-la. Pensamos em “Botar pra Quebrar”, mas também “Quebrar Tudo” e o feedback que temos recebido vai nessa direção com o “Matar e Pilhar” sugerido tanto aqui como no twitter e em e-mails. É bem provável que ficaremos com um dos três neste caso.

    Abraços!

    • Thiago M disse:

      Bom, se Hack’n Slash precisa mesmo ser traduzido, acredito que deva ficar da forma que está – “Botar pra quebrar”. Embora eu ainda esteja torcendo o nariz pra isso. “Quebrar Tudo” na minha opinião fica estranho e “Matar e Pilhar” ou “Cortar e Mutilar” fica meio violento como já foi dito.
      A história do “Make your move” faz sentido mesmo. Como eu havia dito anteriormente “Jogada” parece contra-intuitivo se parar pra analisar a proposta do sistema com relação a como as ações são desencadeadas.

    • João Mariano disse:

      Eu por mim acho bastante positivo o vosso feedback relativamente a esta discussão das escolhas de tradução. Acho que manterem o processo aberto, mesmo que neste meio favorável a opiniões construtivas, será uma mais valia para o desenvolvimento do produto.

      Sim, o playtest irá mostrar qual será o termo mais intuitivo. Toda a fundamentação teórica cairá por terra quando a terminologia não conectar bem com acepção do seu significado por parte dos jogadores.

      Pelo texto de jogo o “Hack and Slash” é mesmo violento e só se justifica por detrás de um ataque cuja intenção é ferir com gravidade o adversário e possivelmente matá-lo. Se não existir sequer hipótese de fazer grande dano não é um “hack & slash”. Como o “move” não implica retirar “espólio” do adversário talvez o “Matar e Pilhar” esteja no espírito do jogo, eh eh, mas não esteja totalmente correto. 😛

  • Julio Matos disse:

    Eu acho que “Quebrar Tudo” fica uma ótima tradução. E respondendo o Thiago sobre a forma de criação de Personagem achei muito bacana mesmo. O texto descritivo tem uma pegada épica que tem continuidade na apresentação das regras e te mantém no clima até a última linha de habilidades. Normalmente os RPGs dão um gás na ambientação da construção de personagem e ficam enfadonhos nas regras, o que definitivamente não acontece no Dungeon World!

  • Paulo Segundo disse:

    Gente,

    Pra jogar um playtest com meus amigos traduzir Hack’n’slash como “Golpear” e Volley como “Disparar”, simples e prático.

    O problema com “botar pra quebrar” ou “quebrar tudo” é que eles não fazem referência à ação propriamente dita (que é um ataque), e outra, já existe uma outra ação (traduzi “move” como “ação”, “movimento” está muito ligado à uma ação de deslocamento em português, embora a sua referência de “make your move/faça sua jogada” esteja correta. Esta expressão idiomática é tipicamente do inglês e não do português…) que é para quebrar coisas, que é o “Bend bars, lift gates”, que, emborar não tenha “quebrar” no nome, na descrição da ação diz q serve para quebrar coisas também (smash things).

    Eu sei que o jogo tem um clima informal na sua redação, o que eu acho ótimo. É super divertido ler o texto, e nada cansativo. Mas “botar pra quebrar” já é demais pelos motivos dispostos acima.

    Hack and slash quer dizer golpear e cortar, é bem explícito ao dizer que é um ataque. Botar pra quebrar pode significar várias coisas… e, de longe, atacar alguém não é um significado próximo.

    Por favor, não caiam no mesmo erro que a MCZanini caiu ao traduzir Stealth como “Dissimulação” no nWoD, pq, segundo ela, Furtividade tinha uma sonoridade muito parecida com “furto”, que foi a tradução escolhida para “larceny”.

    • Tiago Marinho disse:

      Grande Paulo!

      Pode ficar relaxado que o Botar pra Quebrar já está morto (menos na minha mesa de jogo, porque sou BREGA!). 😉

      Estou pensando em algo bem evocativo, como “Apelar pra Violência” – que seria a tradução do move de ataque original de Apocalypse World (Go Aggro), mas estou deixando isso para o final, durante a revisão do documento.

  • Griffith disse:

    Matar e Pilhar, Melhor que quebrar tudo ou botar pra quebrar!

  • Thiago M disse:

    Só para frisar oque foi postado anteriormente:

    “Hack and Slash” isn’’t something a character does, —it’s a
    rule that happens when the character ful fills its trigger.”

    “Matar e pilhar” fica muito violento. Essa tradução limita a significância do move a uma condição maior do que ele realmente faz que é atacar e não propriamente matar ou pilhar.

    Acho que as opiniões de vários colegas aqui me fizeram repensar a sugestão das traduções. A esse ponto, acredito que eu estaria mais satisfeito com “Hack’n Slash” ser traduzido segundo a opinião do Paulo Segundo onde a denotação está em propriamente atacar o alvo e não de forma genérica “Botar pra quebrar”. Quanto aos “moves”, acredito que “ação/ações” parece correto de se traduzir ao invés de “movimentos”.
    Realmente o erro da Zanini poderia ser evitado se ela tivesse um pouco mais de bom senso, embora a sonoridade de furtividade pareça com furto, são palavras com significados muito diferentes.

    • paulo segundo disse:

      Bem, eu traduzi “move” como “ação” após constatar que todos os principais moves são verbos, tirando algumas brincadeiras no nome de alguns, como o move do bardo “a little help from my friends”, que tá completamente na cara que é uma brincadeira com os Beatles.

      • Thiago M disse:

        Realmente Paulo. Eu também achei “ação/ações” bem mais atrativo e dinâmico. E o que você falou faz bastante sentido, os “moves” normalmente são verbos.
        A Secular tem um grande jogo em mãos, é só tomar cuidado com a tradução, dependendo do resultado final eu até prefiro ficar com a versão original em inglês – Isso se os termos traduzidos ficarem estranhos a ponto de incomodar o roleplay. Mas eu estou confiante que eles vão fazer a coisa certa, um bom motivo para acreditar nisso é que eles estão levando em conta a nossa opinião.

  • João Mariano disse:

    (Estou a comentar a resposta do Tiago Marinho de junho 22, 2012 às 5:29 pm desta forma pois parece que existe um limite de respostas encadeadas).

    De certeza que eu estou enganado quanto ao termos mais usados em xadrez pois pouco percebo do jogo e nunca frequentei nenhuma aula. Simplesmente dei uma vista de olhos na Wikipédia o que me deu essa ideia do termo “jogada” ser comum. 😛

    Bem por mim, se não podemos ficar com “jogadas” então pelo menos que fiquemos com os “lances”, eh eh.

  • Ricardo disse:

    Só avisando: As fontes “Dungeon” e “Rapscallion” não foram incorporadas no PDF.
    (um pouco tarde pra avisar sobre isso, mas só vi o post agora.)

  • Ricardo disse:

    Outra coisa… Ou “outras duas coisas”…
    1. Embora fique “bonito” (em termos) ter o desenho rebaixado (meio como marca d’água) na página, isso prejudica a leitura, pq tira o contraste do texto, contribuindo apenas como “ruído visual”.
    2. Os títulos têm pouco contraste, o que dificulta “escanear” a página com os olhos. O texto em negrito tem mais contraste que os títulos. Reparem no original, em como é fácil “pular” de um bloco de texto pro seguinte, e como tudo parece claro e organizado (o que é uma necessidade, em jogos).

  • […] Nosso brother Pedro Leone convidou uma turma para testar com ele o Dungeon World, um RPG de Fantasia Medieval com um clima Old School D&D mas com regras e uma pegada extremamente inovadora. Além disso esse jogo será publicado no Brasil pela Secular Games!!! […]

  • Alan Lee disse:

    Eu só sei que quem fez a arte gosta de Dota
    porque o rosto, é a Drow Ranger

  • […] Games anuncia a tradução do Dungeon World para o nosso idioma, liberando 14 dias depois, o preview do guerreiro. Mais notícias oficiais sobre o jogo só foram aparecer no site da Secular Games no dia 10 de […]

  • […] Para vocês verem a imagem em uma resolução maior e acompanhar mais detalhes, acessem: Preview do Dungeon World: O Guerreiro! […]

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